domingo, 28 de fevereiro de 2016

[TOP ESPECIAL] NOSTALGIA MATA?

Por Ingrid Cristina

Olá pessoal! Todo mundo bem? Eu espero que sim. ^^
Mais um domingo vai embora e eu não poderia deixá-lo ir assim, sem mais nem menos. Estava eu aqui, com os meus botões, e de repente comecei a pensar sobre coisas nostálgicas, então percebi que não sabia o significado formal da palavra nostalgia. A nossa, boa e velha, amiga Wikipédia tem algo a dizer sobre isso:

Nostalgia é um termo que descreve uma sensação de saudade idealizada, e às vezes irreal, por momentos vividos no passado associada com um desejo sentimental de regresso impulsionado por lembranças de momentos felizes e antigas relações sociais.”

Muitas coisas nos trazem esse sentimento de nostalgia, certo? Seja uma foto, uma música, uma peça de roupa, um lugar, um brinquedo, ou até mesmo um desenho. Todo ser humano teve algum momento na sua vida do qual se lembra com aquela gostosa saudade no coração. Uma das coisas que mais me despertam esse tipo de sentimento é a música. Sempre fui de ouvir muita música, e em todas as fases da minha vida ela estava lá presente.



Pensando nisso, reuni algumas composições antigas que despertam aquela sensação tão gostosa que valem a pena serem ouvidas novamente. Tenho certeza que muitos de vocês irão se lembrar de muitas delas e me darão razão. Vamos lá.

1.     Yeah – Usher:
Não me lembro com exatidão em qual momento da vida eu conheci essa música, mas com certeza me lembro que ela era a sensação do momento. Todo mundo ouvia e babava no lindo Usher dançando com tanta desenvoltura.



2.     Don’t Let me Get me – Pink:
Oh Céus!!! Se nostalgia matasse, essa música seria uma forte candidata para ser a causadora da minha morte. Quem nunca ouviu Pink, gente? Essa música me leva à um momento da minha vida muito bom, sempre que ouço ela sinto borboletas no estômago.


3.     Baby – Justin Bieber:
Ano de 2010, 3º ano do ensino médio. Formatura, pré-vestibular, ENEM, definir caminho profissional e um menino canadense estoura nas paradas musicais com a música Baby. Lembro-me como se fosse hoje da euforia da minha professora de Biologia falando como ele era fofo, e nós concordando, claro. Justin marcou um período importante da minha vida. Quem diria hein, JB?



4.     Pump it – Black Eyed Peas:
Essa música e o seu clipe eram tão bons, mas tão bons, que eu e meu primo passávamos horas e mais horas na frente da TV, assistindo Mix TV, esperando por ela. Como só tínhamos a escola para dar conta, sobrava muito tempo para isso. Ai, que tempo gostoso!


5.     Gimme That – Chris Brown:
Para o mundo! O Chris, junto com o Justin Timberlake, eram os meus crush’s mais amados. Eu sabia todas as músicas dele e amava ver como ele dançava bem. Pra mim era Deus no Céu e Chris Brown na terra.



6.     Smack that – Akon:
Akon entrou na minha vida na minha transposição do ensino fundamental para o médio, e ele também foi um dos culpados por eu montar guarda em frente a TV. Gente, fala sério, esse clipe era muito da hora. Meu Deus, eu amava!



7.     Razões e Emoções – NX Zero:
Eu confesso que a princípio não gostava de NX 0, e até me irritava um pouco com essa música. Mas posso me lembrar claramente da manhã na qual eu voltava do meu cursinho de informática, talvez em 2007 ou 2008, e essa música passava na rádio que eu ouvia com meu MP3. Algo mágico aconteceu e eu me rendi aos encantos do Di Ferrero e Cia,  desde então ouço e gosto bastante da banda.



8.     Na sua estante – Pitty:
Desde minha mais tenra idade eu admirava a Pitty pelo simples fato dela ser baiana e não cantar axé (não tenho nada contra o ritmo musical). Essa música também me traz lembranças do ensino médio, um tempo muito feliz da minha vida. 
Obs.: Meu coração se remoía de dó do boneco de lata.


 9.     My Love – Justin Timberlake:
Eu juro pelos céus que morria de ciúmes dele com aquelas mulheres no clipe. Kkkkk Não me culpem, eu era apenas uma adolescente sem o mínimo de bom senso e apaixonada por aquele lindo par de olhos azuis.


10.      Mad – Ne-Yo:
Eu sei que vou me envergonhar do que vou dizer agora, mas o que é a vida sem umas boas vergonhas, né?
Essa música maravilhosa embalou minha paixonite aguda pelo cobrador do ônibus que eu pegava para ir ao cursinho de inglês, na época do meu 2º ano do ensino médio. Eu a colocava pra tocar no celular e sentada no fundo no ônibus, ficava admirando o moreno de cabelo espetado sentado lá na frente. É bom ter algo para me lembrar como eu era retardada. 



Bom, galerinha, é isso aí! Espero ter conseguido despertar em vocês pelo menos um pouquinho da nostalgia que eu sinto ao ouvir essas músicas.
Um grande beijo no coração de todos. Até a próxima!

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